Ebó epistêmico – Projeto de pesquisa e extensão
  • Bolsa cultura para atuar no projéto Ebó Epistêmico

    Publicado em 05/04/2024 às 16:04

     

     

     

    📌 BOLSA CULTURA
    👉🏾Está aberto o processo seletivo para Bolsa de cultura com atuação no Projeto Ebó Epistêmico.

    🔸1 vaga;
    🔸Valor: R$ 420,00 mensais;
    🔸Carga horária: 20h semanais;
    🔸Vigência das bolsas: Maio de 2024 até 31 de Dezembro de 2024;

     

     

     

     

     

    Mais informações:
    https://drive.google.com/file/d/10aqsSNynHpmo6jlcG0u9tg3EJQOrE9og/view?usp=sharing

    👉🏾 Interessados/as/es enviar Histórico escolar e Carta apresentando candidatura até 08/04/2024 (Segunda-Feira) para o e-mail:
    Thaina.castro@ufsc.br


  • Salas interativas com oficinas do IV Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias

    Publicado em 04/04/2024 às 11:09

    ❗ É com felicidade que anunciamos as salas interativas com oficinas da 4ª edição do ciclo de eventos Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias, que traz como temática o “racismo (DITO) científico: ética, estética e comunicação com ciência”. ❗

    Nessa edição do Fazendo Cruzos teremos três salas interativas com oficinas que vão acontecer no período de 14h da tarde às 18h da noite.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    ▪ A “Oficina de estética e ciência” será ministrada pela professora, Dra. Luciene Dias que se dedica à trabalhos e pesquisas sobre relações étnico-raciais, de gênero e de sexualidades, em interface com os estudos de Antropologia, Performances Culturais e Comunicação.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    ▪ A “Oficina de ética em pesquisa científica” será ministrada pelo professor, Dr João Mateus Acosta Dallman que se dedica à trabalhos e pesquisas sobre saúde e educação antirracistas, igualdade racial e combate ao racismo.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    ▪ A “Oficina de comunicação científica” será ministrada pela professora, Dra. Leslie Chaves que se dedica à trabalhos e pesquisas sobre relações étnico-raciais, movimentos sociais negris em rede e comunicação, comunicação e informação e ciências da comunicação.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    👉🏾 INSCRIÇÕES ABERTAS
    ▪Se inscreva nas oficinas através do formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScATgLBeXJqnLj-eF3GoKcAoeOWmYt7Wq0DRv-1-JhGvs2bQw/viewform 

    📍O evento é aberto a toda comunidade e acontecerá de forma presencial no dia 17 de abril, quarta feira, no CFH/UFSC, a partir das 9h.


  • O que é “racismo científico”?

    Publicado em 04/04/2024 às 09:59

    “Racismo científico” é uma ideia forjada no contexto moderno-colonial nos séculos XVIII e XIX, tida à época como uma inovação para a compreensão da diversidade da espécie humana na busca pelo registro das diferenças entre os modos de existência dos povos humanos. Essa ideia trazia concepções deterministas e biologizantes impostas pela representação de um pretenso “sujeito universal” que seria a referência primordial do que é “ser” “humano”. Essa ideia implicou na construção e representação pública de crenças e valores desde um racismo “dito” científico, baseada em crenças etnocêntricas, discriminatórias e violentas.

    Dessa forma, o que é reconhecido como “racismo científico” foi um paradigma que serviu de explicação escalar para as diferenças socioculturais presentes na humanidade, a partir do ponto de vista único, exclusivo e excludente do homem, branco, europeu, cristão, cisgênero e proprietário como ser humano universal. Essa visão de mundo orientou a formulação de argumentos políticos, econômicos, religiosos e morais acionadas como justificativa para invasões, exploração e subjugação de diferentes povos, especialmente populações indígenas, africanas, asiáticas, ciganos; e grupos sociais como mulheres, pessoas com deficiências, pessoas trans e outros grupos minorizados.

    Fortemente refutado desde sua formulação, com críticas relativas a sua diacronia, ignorância, intolerância e limitação, foi na antropologia que suas inferências teóricas foram questionadas do ponto de vista metodológico. A crítica permitiu demonstrar que tal “ciência” trazia imprecisões que produziam explicações tendenciosas e inverídicas, pois punham sob análise contextos sociais e culturais que não poderiam ser meramente justapostos e comparados desde uma escala evolutiva, mas devidamente contextualizados em suas próprias condições e manifestações.
    Antropólogos como alemão Franz Boas (1898) e o haitiano Joseph Anténor Firmin (1885), traziam suas contribuições científicas ainda nos finais do século XIX, demonstrando as inconsistências e limitações dos escritos da tradição evolucionista na antropologia social. Essa abordagem propunha escalas de evolução dos grupos humanos de acordo com etapas pré determinadas para sua transformação e desenvolvimento, tendo como ponto final a própria sociedade européia do século XIX, que se projetava como a “civilização”, representação ideal do “progresso humano”.

    Ainda que refutadas no bojo do campo científico desde sua formulação, aqueles que usavam da “ciência” como forma de poder para disseminar suas crenças e valores foram eficazes na propagação destas. Esses argumentos serviram como justificativa para legitimar e autorizar formulações políticas de estados nacionais e de grupos específicos que, em nome destes, promoveram e ainda promovem, invasões, colonização, escravização, extermínios, guerras e genocídios, sustentada por uma pretensa superioridade moral, étnica e racial.

    As perspectivas que tomavam o “racismo científico” como referência também contribuíram para a construção de estigmas que, ainda que já derrubados cientificamente, ecoam no senso comum, seja sob a forma de crença, opinião e/ou preconceito, na construção do sujeito criminoso e em práticas que buscam desumanizar indivíduos específicos e certos grupos de pessoas. Reflexos dessa presença podem ser identificados quando observados os dados de saúde e segurança pública no Brasil atual, por exemplo.

    Pessoas negras figuram nas taxas mais altas de morte por doenças evitáveis no país, e na pandemia de covid-19 a letalidade de pessoas negras foi maior em cerca de 40%; na segurança pública, por uma política de drogas proibicionista, a violência policial promove o genocídio da população negra e seu hiper encarceramento. Mulheres negras são as vítimas potenciais de feminicídios, e jovens negros e indígenas o que mais cometem suicídios. Todos esses dados refletem séculos de violências, rupturas e tentativas de desumanização e demonstram a urgência de uma ciência antirracista .

    A 4ª edição do ciclo de eventos Fazendo cruzos com Antropologias, Artes e Museologia trará um aprofundamento da noção de “racismo científico” desde uma perspectiva crítica. Assim iremos (re)pensar sobre a ética, a estética e comunicação científica, desde a universidade pública pela qual e onde lutamos, produzimos e defendemos – apesar da branquitude e dos resquícios ainda presentes do racismo científico. Ao ocupar e incorporar, buscaremos transformar as áreas verdes do CFH/UFSC como uma forma afirmativa de produzir conhecimento, e tendo a diversidade como base. Assim, problematizaremos os espaços de aulas diante de quadrados brancos e estéreis, rumo a uma co-construção afetiva na produção de saberes que atravessem corpos para além do meio acadêmico científico – por uma sociedade antirracista.

    LEITURAS RECOMENDADAS:

    • BOAS, Franz. (1896) As limitações do método comparativo em Antropologia.
    • CASTRO, Rosana. (2022). Pele negra, jalecos brancos: racismo, cor(po) e (est)ética no trabalho de campo antropológico. Revista De Antropologia, 65(1).
    • FIRMIN, Joseph Antenor (1885). A igualdade das raças humanas: antropologia positivista.
    • PINHO Osmundo. (2019). A Antropologia no espelho da raça. Revista do PPGCS – UFRB – Novos Olhares Sociais | Vol. 2 – n. 1 – 2019
    • ODA , Ana Maria Galdini Raimundo e DALGARRONDO, Paulo. Juliano Moreira: um psiquiatra negro frente ao racismo científico. Brazilian Journal of Psychiatry [online]. 2000, v. 22, n. 4, pp. 178-179
    • SCHWARCZ, Lilia Moritz. (1994) Espetáculo da miscigenação. Estudos Avançados 8 (20): 137-152.

  • Estenda a sua poesia no varal do nosso Slam Antirracista

    Publicado em 04/04/2024 às 09:52

    ❗A equipe do projeto Ebó epistêmico convida todes a compor nosso Varal de Poesias que será exposto no Slam antirracista da nossa 4ª edição do Fazendo Cruzos, que acontecerá no dia 17/04, no *Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) na UFSC. ❗

    ▪Como evento cultural teremos o primeiro “Slam” antirracista do projeto, que contará com três performances artísticas e um varal de poesias. O tema será antirracismo, de acordo com a temática do 4º Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias: “Racismo (DITO) científico: ética, estética e comunicação com a ciência”.

    ▪ O objetivo do varal é realizar uma exposição de poesias sobre o tema antirracista, em paralelo com o Slam. Literalmente, será um varal para exibir poesias.

    👉🏾 Inscreva sua poesia e componha nosso varal por meio do formulário de inscrição do varal de poesias.


  • Inscrições abertas para o IV Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias – racismo (DITO) científico: ética, estética e comunicação com ciência

    Publicado em 04/04/2024 às 09:47

    ❗A equipe do projeto Ebó epistêmico vem convidar todes a se inscreverem como participantes ouvintes para nossa 4ª edição do Fazendo cruzos com Antropologias, Artes e Museologias – racismo (DITO) científico: ética, estética e comunicação com ciência.❗
    O evento trará para a universidade movimentos de aprofundamento da noção de “racismo científico”, refletindo como essa ideia, forjada no contexto moderno-colonial implicou na construção e representação pública do conhecimento científico no presente, hierarquizando seres com base em pressupostos biologizantes e deterministas que, apesar de refutados e invalidados cientificamente, são reproduzidos até hoje.

    O racismo (DITO) científico parte do ponto de vista único, exclusivo e excludente do homem, branco, cisgênero, europeu, cristão e proprietário, impulsionando invasões, exploração e subjugação de diferentes povos, especialmente populações indígenas, africanas, asiáticas, ciganos e grupos sociais como mulheres, pessoas com deficiências, pessoas trans e outros grupos minorizados.

    Dessa maneira, através dos cruzos com as universidades, as artes, a comunidade e os movimentos sociais, traremos uma roda de conversa em área verde, intervenções e exposições artísticas, salas com oficinas interativas, nosso conhecido ajeum para alimentar a galera, um Slam antirracista, entre outras atividades que estarão acontecendo ao longo do dia 17/04, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC). Com essa edição buscamos (re)pensar sobre a ética, a estética e comunicação científica de modo afirmativo, desde a universidade pública pela qual e desde onde lutamos, produzimos e defendemos – apesar da branquitude e dos resquícios ainda presentes do racismo científico – por uma sociedade antirracista.

    👉🏾 SE INCREVA NO SITE: https://inscricoes.ufsc.br/fazendocruzos241 (com direito a certificação via UFSC).


  • Venha participar da montagem de nossa exposição do do IV Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias – racismo (DITO) científico: ética, estética e comunicação com a ciência

    Publicado em 21/03/2024 às 10:41

     ❗Estão abertas as inscrições para o voluntariado de organização das exposições do IV Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias – Racismo (DITO) Científico, ética, estética e comunicação com ciência, promovido pelo Projeto de Pesquisa e Extensão Ebó Epistêmico, coordenado pelas professoras do Departamento de Antropologia, Profa. Dra. Alexandra Alencar e Profa. Dra. Flavia Medeiros, em conjunto com a Profa. Dra. Thainá Castro, da Coordenadoria Especial de Museologia.

    ▪ O evento ocorrerá no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC no dia 17 de abril de 2024 .

    ▪ Público-Alvo: Estudantes regularmente matriculados na graduação ou pós-graduação de museologia da Universidade Federal de Santa Catarina.

    👉🏾 Atividades da organização das exposições: pesquisa, planejamento, montagem, avaliação de exposição, pesquisa e acolhimento de públicos e gestão de objetos de arte e acervos museológicos

    ▪ As inscrições para o voluntariado da organização das exposições estão abertas por meio de formulário: Formulário de inscrição para o voluntariado de organização das exposições do IV Fazendo Cruzos

    ▪ INSCRIÇÕES ATÉ DIA 29/03!

    ▪ Os voluntários da organização das exposições receberão certificação através dos Certificados UFSC.


  • Chamada para as inscrições para participar da Feira de Alimentos AJEUM do IV Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias – racismo (DITO) científico: ética, estética e comunicação com a ciência

    Publicado em 21/03/2024 às 10:23

    TRAGA O SEU ALIMENTO PARA O EBÓ

    Venha fazer parte da feira de alimentos do IV Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias, com a temática “Racismo (DITO) científico: ética, estética e comunicação com ciência, promovido pelo Projeto de Pesquisa e Extensão Ebó Epistêmico, que acontecerá no dia 17 de abril, quarta-feira, às 16h no CFH/UFSC.

    🗣️ INSCRIÇÕES ATÉ 31/03 (acesse o formulário também através do nosso instagram @eboepistemicoufsc – Instagram: @eboepistemicoufsc)

    Público alvo: Todes empreendedores interessades em participar da feira de alimentos.

    ⚠️ Disponibilizaremos monitores para auxiliar todes participantes inscritos do AJEUM na montagem e desmontagem dos utensílios.
    Formulário de inscrições AJEUM – IV Fazendo Cruzos

     


  • Está aberto o edital de monitoria do IV Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias – racismo (DITO) científico: ética, estética e comunicação com a ciência

    Publicado em 21/03/2024 às 10:06

    ❗A Comissão Organizadora do 4o Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias – Racismo (DITO) Científico, ética, estética e comunicação com ciência, promovido pelo Projeto de Pesquisa e Extensão Ebó Epistêmico, coordenado pelas professoras do Departamento de Antropologia, Profa. Dra. Alexandra Alencar e Profa. Dra. Flavia Medeiros, em conjunto com a Profa. Dra. Thainá Castro, da Coordenadoria Especial de Museologia, torna público o edital de seleção para a monitoria do evento.

    ▪ O evento ocorrerá no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC, situado no Campus de Florianópolis, com abertura à comunidade externa em 17 de abril de 2024.

    ▪ Público-Alvo: Estudantes regularmente matriculados na graduação ou pós-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina.

    👉🏾 Pré-Requisitos para Monitoria:

    • Matrícula regular em curso de graduação ou pós-graduação na UFSC.

    • Disponibilidade para participar da reunião de treinamento em 10/04/2024, no período da tarde.

    • Engajamento na montagem do espaço e na monitoria do pré-evento, agendados para a tarde do dia 16/04/2024.

    • Disponibilidade para atuar em pelo menos dois turnos (manhã/tarde/noite) durante o evento, em 17/04/2024.

    • Comprometimento com a desmontagem do espaço do evento no dia 18/04/2024, pela manhã.

    ▪ As inscrições para a monitoria estão abertas por meio do formulário disponível do edital.

    Os participantes das atividades de monitoria receberão certificação de 20 horas através dos Certificados UFSC.

     

    Acesse o EDITAL DE INSCRIÇÕES aqui: Edital de inscrições da monitoria do IV Fazendo Cruzos

    Acesse o FORMULÁRIO DE INSCRIÇÕES aqui: Formulário de inscrições da monitoria do IV Fazendo Cruzos

    Aguardamos todes para fazer esse evento incrível acontecer!


  • Parabéns à profa Dra. Thainá Castro pelo recebimento da medalha Antonieta de Barros

    Publicado em 21/03/2024 às 09:52

    🔥 Com muita felicidade e orgulho, o projeto Ebó epistêmico parabeniza a profa Dra. Thainá Castro pelo recebimento da medalha Antonieta de Barros no dia 14/03, na Câmara Municipal de Florianópolis, que busca homenagear mulheres com notório destaque na área cultural, política, desportiva, empresarial e pela contribuição para a sociedade.

    Thainá é uma das coordenadores do nosso projeto, onde atualmente é vinculada à coordenadora especial de Museologia e ao Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação da UFSC. Ela fez graduação em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), mestrado em Memória Social pela mesma instituição e doutorado em História pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

    Com toda essa bagagem, nossa coordenadora traz a expografia de arte, o ensino, a pesquisa e a extensão como potência afirmativa de conhecimento e diversidade com generosidade e muito afeto. A partir de sua vida e carreira que transbordam para nosso projeto, vem nutrindo nossas atividades, ações e relações entre integrantes e parceiros que atuam conosco. Sendo assim, Thainá Castro é mais uma das “Antonietas”, professora, negra, antirracista que transforma nossa sociedade em um lugar melhor e mais justo para nossas coexistências.

    Só temos a agradecer pela sua existência, parabenizar pela medalha e desejarmos que venham muitos outros reconhecimentos pela frente. Axé Thainá!


  • PRÉ-EVENTOS: IV Fazendo Cruzos com Atropologias, Artes e Museologias

    Publicado em 21/03/2024 às 09:34

      ❗️❗️❗️SE LIGA❗️❗️❗️

    👉🏿 Convidamos todas as pessoas para participar dos pré-eventos do IV Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias – Racismo (DITO) científico: ética, estética e comunicação com ciência.

    🚩 As atividades serão:

    ✔️ 14/03 – Entrega da medalha Antonieta de Barros para a Profa. Dra. Thainá Castro, às 16h no Plenário Verª Olga Brasil na Câmara Municipal de Florianópolis.

    ✔️ 25/03 – Participação da Profa. Dra. Alexandra Alencar no Painel 1: Desafios e perspectivas para mulheres e meninas cientistas (13h30 às 16h) inserida na Conferência Livre Eixo IV “Mulheres e Meninas na Ciência Educação e Promoção da Equidade, Permanência e Interseccionalidade em todas as ciências”, no Plenarinho Dep. Paulo Stuart Wright, na Alesc. O evento se insere no cronograma de reuniões preparatórias para a 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (5ª CNCTI), que será realizada em junho, em Brasília. O evento será realizado pela Secretaria Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em Santa Catarina.

    ✔️ 16/04 – Roda de conversa: Afinal, o que é anti proibicionismo? realizada com a turma do curso Antropologia da Política: abordagens sócio antropológicas sobre drogas, ministrado pela Profa. Dra. Flavia Medeiros e realizada em parceria com a Renfa, às 9h no CFH/UFSC.

    🚩 Os eventos contam as parcerias do departamento de Antropologia UFSC, departamento de Museologia UFSC, NUER, PPGAS UFSC, Lupa e o laboratório Aya e com o apoio do CFH UFSC, UDESC e RENFA antibroibicionista.

    ❗️ Aguardamos a presença de todes!