❗ Ao meio dia, após a nossa Roda de Conversa, o 5º Fazendo Cruzos com Antropologias, Artes e Museologias – (com)fabulações raciais: modernismos, culturalismos e desigualdades, contou com uma Instalação artística, uma colagem e uma exposição de estandartes.
👉🏿 A instalação artística de Exu Enugbarijó, da Cia. Ebó Epistêmico, foi pensada e produzida por @xanda_alencar, @sandratanhote e @cjornada.

📢 A instalação artística é a BOCA de Exu Enugbarijó e é a qualidade do orixá Exu que significa “a boca que tudo come”, a boca coletiva dos orixás que representa o princípio dinâmico sobre as possibilidades de transformação.
🔅 A instalação artística Exu Enugbarijó tem como princípio o potencial transformador pra repensar criticamente o movimento modernista da antropofagia por meio de outras perspectivas cosmo-onto-epistêmicas. E, como o nosso projeto Ebó Epistêmico tem por objetivo geral ofertar um conhecimento pautado na diversidade como princípio formativo, oferecemos uma instalação artística interativa, em que as pessoas deixavam suas contribuições na instalação.
👉🏿 A colagem “Fabulações Raciais” também é o resultado de uma deglutição e transformação. Com curadoria de @flamedeirosss e @mari4.pe, a arte é composta por materiais desenvolvidos pelos estudantes da turma de Estudos Afro-brasileiros 2023.2, os quais foram expostos na parede da sala de aula e arrancados por terceiros do dia para noite e sem nenhum cuidado. Partes foram rasgadas, outras se perderam. Mas, com a qualidade transformadora de Exu, novamente trouxemos essa arte em forma de colagem!
🔅A exposição (com)fabulações raciais veio para preencher o CFH, juntamente com a boca de Exu Enugbarijó e a colagem Fabulações raciais.

📢 As obras da exposição (com)fabulações raciais constroem a produção de conhecimento e do afeto a partir de atravessamentos que modulam os territórios e interrogam as epistemologias, o espaço da academia, apostando no diálogo da decolonização da ciência, dos saberes, da cultura e da arte. Sendo a arte como escrivivências, opera como uma tecnologia política que intervém sobre a branquitude e os modos de deslocamento da cultura. Dessa forma, a arte produz deslocamento nos modos de como vivemos o mundo.

👉🏿 Parte do Circuito de Exposições – Poéticas da Relação, a exposição (com)fabulações raciais foi composta por oito estandartes dos artistas Binário Armada (@binarioarmada), Cássio Markowski (@cassio_markowski), Matheus Trindade (Trindadead – @trindadead), Moara Tupinambá (@moaratupinamba), Renata Felinto (@fenix_negra_purpurinada), Rusha (@rusha_silva), Sérgio Adriano H (@sergio_adriano_h) e Soberana Ziza (@soberanaziza).
👉🏿 A curadoria foi feita por Juliana Crispe e Thainá Castro e a produção por Lorena Galeri
👉🏿 A exposição (com)fabulações raciais ficou disponível no @cfh_ufsc de 23 a 30 de Outubro de 2024, e na @udesc.oficial no @udesc.ceart de 1 a 19 de novembro.

🌼 Nós da equipe Ebó epistêmico agradecemos pelas contribuições de todes que passaram pela instalação que resultou na deglutição e transformação de saberes coletivos e que passaram pela colagem dando visibilidade a essa forma de fabular com e através de arte. Agradecemos também por esse espaço de transformação na produção de conhecimento e do afeto proporcionado pela exposição!

🔹Fotos por @panelinhaaudiovisual, Lorena Galery (@lorenagaleri_foto) e equipe ebó epistêmico.
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